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Alternativas da Educação

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Amor

“Crianças Dinamarquesas”: educando com empatia e alegria

Desde 1973 o povo dinamarquês é considerado o mais feliz do mundo e tem uma forma peculiar de criar os filhos, baseada na empatia e na não violência. Mas isso não significa superproteção e falta de limites.

Estive no lançamento do livro “Crianças Dinamarquesas”, da psicoterapeuta Iben Dissing Sandahl e da escritora americana Jessica Joelle Alexander, na Livraria Cultura, semana passada, em São Paulo. Sandahl aposta na empatia, na liberdade e na troca de sentimentos para construir uma relação mais humana com os filhos, sem deixar de lado as regras e a disciplina.

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E se tudo der certo?

Mamãe e papai, eu vou ser atendente de lanchonete, ou lixeiro, ou faxineira, ou porteiro, ou babá. Mas não se preocupem, porque se tudo der certo, eu vou ganhar meu salário trabalhando honestamente e vou me orgulhar muito da minha vida, mesmo não ganhando tanto quanto meus colegas. E vocês vão se orgulhar também.

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Passa muito rápido!

Todos os pais e mães já ouviram essa frase: “Aproveita, porque passa muito rápido!“. No meio das madrugadas insones, cheirando a leite, embaladas por choros e cansaço sem fim, fica difícil acreditar nisso. Mas quando me dei conta, dei de cara com uma menininha falante e articulada, imersa num mundo de fantasia, cheia de vontades e determinação. Onde foi parar minha bebê? E o que tudo isso veio me ensinar?

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Uma amizade que muda o mundo

Estamos quase no final de 2016, um ano duro e desafiador, especialmente em nível político e econômico. Às vezes fica difícil manter o otimismo. Mas a palestra da cineasta Estela Renner, criadora da Maria Farinha Filmes e da fundadora do Instituto Alana, Ana Lucia Villela, realizada na escola Waldorf Rudolf Steiner, em 24 de novembro, me deixou emocionada e esperançosa. A potência de duas mulheres que, através da amizade e da parceria, estão tentando mudar o mundo, me contagiou também.

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Filhos não são de marte

Carlos Gonzales é conhecido como o “pediatra que quebra regras”, mas o que ele diz e defende está profundamente enraizado no passado. Não na época de nossas mães, avós ou bisavós, mas há 1 milhão de anos, quando ainda nem éramos conhecidos como homo sapiens. Segundo ele, essa fase da evolução humana explica, ainda hoje, o comportamento da imensa maioria dos bebês. O pediatra catalão esteve em São Paulo, em 19 de novembro, numa palestra organizada pela Editora Timo, que publica três livros dele no Brasil: “Besame Mucho“, “Manual prático de aleitamento materno” e “Meu filho não come“. Num auditório lotado de pais, mães, educadores, profissionais ligados à infância, além de muitos bebês, ele falou sobre choro, instinto materno, afeto, ciúme, birras e alimentação.

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7 maneiras de empoderar uma mulher

Liberdade com estabilidade, dificuldades e soluções para a ascensão profissional, inclusão das minorias negras, periféricas e com deficiência, violência doméstica e abuso sexual, novos arranjos familiares na criação dos filhos, superação de tragédias pessoais, compaixão, solidariedade e propósito de vida. Esses temas urgentes e eletrizantes deram o tom do TEDxSP, realizado em 2 de novembro, na Sala São Paulo. As palestrantes desmistificaram o “empoderamento feminino” e mostraram caminhos para uma sociedade mais igualitária entre homens e mulheres.”Já era hora de falar sobre isso“, foi o mote do evento.

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Ser mãe tá mais difícil?

Amigxs leitorxs, vocês andam assustadxs ou aliviadxs com a enxurrada de desabafos de mães na internet? Apoiam ou repudiam as mães que têm a coragem de dizer que a maternidade tem seus momentos de raiva, dúvida, medo e até arrependimento? É tudo frescura de quem “não nasceu pra ser mãe” ou uma confissão sincera e corajosa? As respostas podem estar nas nossas próprias infâncias.

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Sem vergonha

Criança aprendendo a andar: muitos tombos, pezinhos desajeitados, tropeços… Mas cercada de amor e incentivo, ela vai em frente. Cai e levanta quantas vezes forem necessárias. Se não encontrar barreiras, essa correnteza linda vai ficando cada vez mais forte, impulsionando novas conquistas.

Aí infelizmente começa um processo que já atingiu a maioria de nós. Algum adulto resolve um belo dia domar essa correnteza, construir barragens, concretar as margens do rio. Tudo em nome de educar, de “preparar para a vida”.

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Coisas pra se guardar

Pensava que não era muito boa nessa “arte de fazer amigos” e que não dominava as manhas e os códigos. Mas a qualidade e quantidade de pessoas que tomaram conta da minha vida, depois que engravidei, me provou o contrário. Tenho atraído gente muito bacana, que tem me ensinado muitíssimo sobre doação, confiança, generosidade, coragem, bom humor.

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