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Alternativas da Educação

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Inclusão

“Crianças Dinamarquesas”: educando com empatia e alegria

Desde 1973 o povo dinamarquês é considerado o mais feliz do mundo e tem uma forma peculiar de criar os filhos, baseada na empatia e na não violência. Mas isso não significa superproteção e falta de limites.

Estive no lançamento do livro “Crianças Dinamarquesas”, da psicoterapeuta Iben Dissing Sandahl e da escritora americana Jessica Joelle Alexander, na Livraria Cultura, semana passada, em São Paulo. Sandahl aposta na empatia, na liberdade e na troca de sentimentos para construir uma relação mais humana com os filhos, sem deixar de lado as regras e a disciplina.

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A Educação na arena: um outro olhar

Um dos maiores TEDx de todos os tempos aconteceu em agosto, aqui no Brasil. Sediado na arena Allianz Parque, em São Paulo, organizado por mais de 400 voluntários, para mais de 8 mil pessoas e patrocinado por um gigantesco grupo educacional, foi também transmitido ao vivo no Facebook. Durante um dia inteiro, cerca de 45 palestrantes, apresentadores e artistas mostraram a necessidade de exercitarmos um outro olhar sobre a Educação no Brasil: um olhar mais humano, abrangente, solidário e diverso.

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Uma amizade que muda o mundo

Estamos quase no final de 2016, um ano duro e desafiador, especialmente em nível político e econômico. Às vezes fica difícil manter o otimismo. Mas a palestra da cineasta Estela Renner, criadora da Maria Farinha Filmes e da fundadora do Instituto Alana, Ana Lucia Villela, realizada na escola Waldorf Rudolf Steiner, em 24 de novembro, me deixou emocionada e esperançosa. A potência de duas mulheres que, através da amizade e da parceria, estão tentando mudar o mundo, me contagiou também.

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7 maneiras de empoderar uma mulher

Liberdade com estabilidade, dificuldades e soluções para a ascensão profissional, inclusão das minorias negras, periféricas e com deficiência, violência doméstica e abuso sexual, novos arranjos familiares na criação dos filhos, superação de tragédias pessoais, compaixão, solidariedade e propósito de vida. Esses temas urgentes e eletrizantes deram o tom do TEDxSP, realizado em 2 de novembro, na Sala São Paulo. As palestrantes desmistificaram o “empoderamento feminino” e mostraram caminhos para uma sociedade mais igualitária entre homens e mulheres.”Já era hora de falar sobre isso“, foi o mote do evento.

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A covardia da perfeição

Uma pesquisa recente revelou que as mulheres, no mundo corporativo, só se candidatam a cargos de gerência ou posições superiores se tiverem certeza de que preenchem 100% dos requisitos para a vaga. Já os homens, diante da mesma oportunidade, são mais ousados: acreditam que possuir 60% das competências exigidas já é suficiente para se candidatarem. A chefe operacional do Facebook, Sheryl Sandberg, afirma que “as mulheres atribuem seu sucesso ao trabalho duro, à sorte e à ajuda recebida de outras pessoas. Homens atribuem seja qual for o tipo de sucesso às suas próprias habilidades“. E uma pesquisa da University College London diz que, enquanto os homens superestimam sua inteligência, as mulheres normalmente subestimam suas habilidades. O que está por trás disso?

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A escola Waldorf é pra mim?

Depois do último post sobre os 7 mitos do ex-aluno Waldorf, percebi que mais uma questão paira sobre os pais e mães na hora de optar por esse tipo de escola: será que é pra mim? Será que é pro meu filho? Como saber se vou fazer a melhor escolha?

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O feminino no feminismo

Tenho percebido que está surgindo no horizonte um novo feminino, uma nova maneira de ser mulher e isso, pra mim, está totalmente ligado às redes sociais, é um reflexo do que já está acontecendo nas ruas. Os que ainda pensam que as redes sociais são apenas mais uma forma de histeria coletiva, desconectada da realidade, podem se surpreender tomando um belo caldo do tsunami que está por vir.

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O que aprendi com ‘O Começo da Vida’

Há mais ou menos duas semanas, tive a grata oportunidade de assistir ao documentário “O Começo da Vida“, que está em cartaz em várias cidades do Brasil, mas poderá ser visto na Netflix brasileira a partir de junho (veja aqui como assistir se você não tiver acesso à Netflix ou se sua cidade estiver fora do circuito). Obra muito emocionante, delicada, sensível, mas ao mesmo tempo, uma chamada forte e poderosa à consciência. O documentário mostra, de forma clara e contundente, a influência dos primeiros 1.000 dias, ou dos primeiros três anos na vida de uma criança, não importando sua nacionalidade ou condição econômica.

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