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Alternativas da Educação

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“Crianças Dinamarquesas”: educando com empatia e alegria

Desde 1973 o povo dinamarquês é considerado o mais feliz do mundo e tem uma forma peculiar de criar os filhos, baseada na empatia e na não violência. Mas isso não significa superproteção e falta de limites.

Estive no lançamento do livro “Crianças Dinamarquesas”, da psicoterapeuta Iben Dissing Sandahl e da escritora americana Jessica Joelle Alexander, na Livraria Cultura, semana passada, em São Paulo. Sandahl aposta na empatia, na liberdade e na troca de sentimentos para construir uma relação mais humana com os filhos, sem deixar de lado as regras e a disciplina.

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Uma amizade que muda o mundo

Estamos quase no final de 2016, um ano duro e desafiador, especialmente em nível político e econômico. Às vezes fica difícil manter o otimismo. Mas a palestra da cineasta Estela Renner, criadora da Maria Farinha Filmes e da fundadora do Instituto Alana, Ana Lucia Villela, realizada na escola Waldorf Rudolf Steiner, em 24 de novembro, me deixou emocionada e esperançosa. A potência de duas mulheres que, através da amizade e da parceria, estão tentando mudar o mundo, me contagiou também.

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Filhos não são de marte

Carlos Gonzales é conhecido como o “pediatra que quebra regras”, mas o que ele diz e defende está profundamente enraizado no passado. Não na época de nossas mães, avós ou bisavós, mas há 1 milhão de anos, quando ainda nem éramos conhecidos como homo sapiens. Segundo ele, essa fase da evolução humana explica, ainda hoje, o comportamento da imensa maioria dos bebês. O pediatra catalão esteve em São Paulo, em 19 de novembro, numa palestra organizada pela Editora Timo, que publica três livros dele no Brasil: “Besame Mucho“, “Manual prático de aleitamento materno” e “Meu filho não come“. Num auditório lotado de pais, mães, educadores, profissionais ligados à infância, além de muitos bebês, ele falou sobre choro, instinto materno, afeto, ciúme, birras e alimentação.

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Ser mãe tá mais difícil?

Amigxs leitorxs, vocês andam assustadxs ou aliviadxs com a enxurrada de desabafos de mães na internet? Apoiam ou repudiam as mães que têm a coragem de dizer que a maternidade tem seus momentos de raiva, dúvida, medo e até arrependimento? É tudo frescura de quem “não nasceu pra ser mãe” ou uma confissão sincera e corajosa? As respostas podem estar nas nossas próprias infâncias.

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Sem vergonha

Criança aprendendo a andar: muitos tombos, pezinhos desajeitados, tropeços… Mas cercada de amor e incentivo, ela vai em frente. Cai e levanta quantas vezes forem necessárias. Se não encontrar barreiras, essa correnteza linda vai ficando cada vez mais forte, impulsionando novas conquistas.

Aí infelizmente começa um processo que já atingiu a maioria de nós. Algum adulto resolve um belo dia domar essa correnteza, construir barragens, concretar as margens do rio. Tudo em nome de educar, de “preparar para a vida”.

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Obesidade infantil: a solução está na cozinha

Muito já se sabe sobre obesidade infantil, um problema multifatorial, cuja maior parte das causas já foram detectadas. Mas por que é tão difícil fazer algo efetivo a respeito? Por que essa doença cresce de forma exponencial no mundo todo? Como a escola pode ser aliada (ou vilã) nessa guerra por uma vida mais saudável?

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O que aprendi com ‘O Começo da Vida’

Há mais ou menos duas semanas, tive a grata oportunidade de assistir ao documentário “O Começo da Vida“, que está em cartaz em várias cidades do Brasil, mas poderá ser visto na Netflix brasileira a partir de junho (veja aqui como assistir se você não tiver acesso à Netflix ou se sua cidade estiver fora do circuito). Obra muito emocionante, delicada, sensível, mas ao mesmo tempo, uma chamada forte e poderosa à consciência. O documentário mostra, de forma clara e contundente, a influência dos primeiros 1.000 dias, ou dos primeiros três anos na vida de uma criança, não importando sua nacionalidade ou condição econômica.

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“Filhos são espelhos”

A gente sabe, teoricamente, que se educa pelo exemplo. Creio que se fazer respeitado e admirado na vida de um filho é um longo processo, que só termina no finalzinho da vida, ou pode (pra quem acredita) ir além. E está totalmente vinculado ao auto-conhecimento.

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Barco a remo

A culpa é das revistas, dos livros e dos filmes que eu costumava ver, na minha infância e adolescência. Pronto, arrumei culpados, posso me eximir da responsabilidade de ter acreditado, durante boa parte da minha vida, que o amor era um barco a motor, com combustível renovável, piloto automático, navegando mansamente por águas tranquilas, enquanto eu, bela e faceira, me deleitava com a paisagem, com o prazer, com o sol, com tudo de bom. O mapa já estava traçado, eu só queria curtir.

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