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Alternativas da Educação

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Maternidade

“Crianças Dinamarquesas”: educando com empatia e alegria

Desde 1973 o povo dinamarquês é considerado o mais feliz do mundo e tem uma forma peculiar de criar os filhos, baseada na empatia e na não violência. Mas isso não significa superproteção e falta de limites.

Estive no lançamento do livro “Crianças Dinamarquesas”, da psicoterapeuta Iben Dissing Sandahl e da escritora americana Jessica Joelle Alexander, na Livraria Cultura, semana passada, em São Paulo. Sandahl aposta na empatia, na liberdade e na troca de sentimentos para construir uma relação mais humana com os filhos, sem deixar de lado as regras e a disciplina.

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Filhos não são de marte

Carlos Gonzales é conhecido como o “pediatra que quebra regras”, mas o que ele diz e defende está profundamente enraizado no passado. Não na época de nossas mães, avós ou bisavós, mas há 1 milhão de anos, quando ainda nem éramos conhecidos como homo sapiens. Segundo ele, essa fase da evolução humana explica, ainda hoje, o comportamento da imensa maioria dos bebês. O pediatra catalão esteve em São Paulo, em 19 de novembro, numa palestra organizada pela Editora Timo, que publica três livros dele no Brasil: “Besame Mucho“, “Manual prático de aleitamento materno” e “Meu filho não come“. Num auditório lotado de pais, mães, educadores, profissionais ligados à infância, além de muitos bebês, ele falou sobre choro, instinto materno, afeto, ciúme, birras e alimentação.

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7 maneiras de empoderar uma mulher

Liberdade com estabilidade, dificuldades e soluções para a ascensão profissional, inclusão das minorias negras, periféricas e com deficiência, violência doméstica e abuso sexual, novos arranjos familiares na criação dos filhos, superação de tragédias pessoais, compaixão, solidariedade e propósito de vida. Esses temas urgentes e eletrizantes deram o tom do TEDxSP, realizado em 2 de novembro, na Sala São Paulo. As palestrantes desmistificaram o “empoderamento feminino” e mostraram caminhos para uma sociedade mais igualitária entre homens e mulheres.”Já era hora de falar sobre isso“, foi o mote do evento.

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Ser mãe tá mais difícil?

Amigxs leitorxs, vocês andam assustadxs ou aliviadxs com a enxurrada de desabafos de mães na internet? Apoiam ou repudiam as mães que têm a coragem de dizer que a maternidade tem seus momentos de raiva, dúvida, medo e até arrependimento? É tudo frescura de quem “não nasceu pra ser mãe” ou uma confissão sincera e corajosa? As respostas podem estar nas nossas próprias infâncias.

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“Filhos são espelhos”

A gente sabe, teoricamente, que se educa pelo exemplo. Creio que se fazer respeitado e admirado na vida de um filho é um longo processo, que só termina no finalzinho da vida, ou pode (pra quem acredita) ir além. E está totalmente vinculado ao auto-conhecimento.

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Dia das mães e papel dos pais

Aproveitando o Dia das Mães, nesta semana em que verei ainda muitas homenagens, fotos, vídeos, mensagens edificantes e comoventes, dirigidas a todas as mães do planeta, quero fazer uma homenagem pública ao pai da minha filha.

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Temos nosso próprio tempo

Uma das coisas que mais me estressam na lida do dia a dia com minha filha é a questão do tempo. Do meu tempo. Essa impaciência, essa pressa, esse quase desespero é algo real, palpável. Seja na fila do banco, do restaurante, no trânsito, no hospital, até no lazer, me pego querendo tudo pra ontem. Agora, já. Continue reading “Temos nosso próprio tempo”

Barco a remo

A culpa é das revistas, dos livros e dos filmes que eu costumava ver, na minha infância e adolescência. Pronto, arrumei culpados, posso me eximir da responsabilidade de ter acreditado, durante boa parte da minha vida, que o amor era um barco a motor, com combustível renovável, piloto automático, navegando mansamente por águas tranquilas, enquanto eu, bela e faceira, me deleitava com a paisagem, com o prazer, com o sol, com tudo de bom. O mapa já estava traçado, eu só queria curtir.

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