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Alternativas da Educação

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Sombras

“Crianças Dinamarquesas”: educando com empatia e alegria

Desde 1973 o povo dinamarquês é considerado o mais feliz do mundo e tem uma forma peculiar de criar os filhos, baseada na empatia e na não violência. Mas isso não significa superproteção e falta de limites.

Estive no lançamento do livro “Crianças Dinamarquesas”, da psicoterapeuta Iben Dissing Sandahl e da escritora americana Jessica Joelle Alexander, na Livraria Cultura, semana passada, em São Paulo. Sandahl aposta na empatia, na liberdade e na troca de sentimentos para construir uma relação mais humana com os filhos, sem deixar de lado as regras e a disciplina.

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7 maneiras de empoderar uma mulher

Liberdade com estabilidade, dificuldades e soluções para a ascensão profissional, inclusão das minorias negras, periféricas e com deficiência, violência doméstica e abuso sexual, novos arranjos familiares na criação dos filhos, superação de tragédias pessoais, compaixão, solidariedade e propósito de vida. Esses temas urgentes e eletrizantes deram o tom do TEDxSP, realizado em 2 de novembro, na Sala São Paulo. As palestrantes desmistificaram o “empoderamento feminino” e mostraram caminhos para uma sociedade mais igualitária entre homens e mulheres.”Já era hora de falar sobre isso“, foi o mote do evento.

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Ser mãe tá mais difícil?

Amigxs leitorxs, vocês andam assustadxs ou aliviadxs com a enxurrada de desabafos de mães na internet? Apoiam ou repudiam as mães que têm a coragem de dizer que a maternidade tem seus momentos de raiva, dúvida, medo e até arrependimento? É tudo frescura de quem “não nasceu pra ser mãe” ou uma confissão sincera e corajosa? As respostas podem estar nas nossas próprias infâncias.

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O predador interno

Resolvi continuar falando do feminino, do “ser mulher”, pois esse assunto é extenso, complexo e fascinante. Depois de escrever o post anterior, percebi que, além de estarmos vivendo uma época que promove novas maneiras de ser mulher, estamos também resgatando uma essência feminina, perdida ou sufocada durante milênios de patriarcado.

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Luzes e sombras

Uma das coisas mais bacanas da maturidade, que anda chegando por aqui, com mais um aniversário, é começar a perceber, bem lentamente, que a felicidade e o bem-estar tem muito pouco ou nada a ver com as circunstâncias e pessoas fora de mim.

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Educar sem culpa… é possível?

Acredito que toda mãe (e todo pai também) em algum momento na jornada de criação dos filhos se depara com essa entidade poderosa: a culpa. Há quem a enfrente todos os dias, várias vezes por dia (me incluo nesse grupo). Ando lendo muito por aí que é possível educar nossos filhos sem sentir nenhuma culpa e que isso seria ótimo, tanto para nós, pais, quanto para nossos filhos. Mas será mesmo?

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